deixe raiar resplandecente o sol
adquira a maciez da suave pluma
e a beleza e encanto do canto do rouxinol
deixe a brisa leve percorrer seu corpo
adquira a maciez da suave pluma
e a beleza e encanto do canto do rouxinol
deixe a brisa leve percorrer seu corpo
e que leve todo o mal estar
que renasça em ti tudo de bom
que estiver morto
e abra-se para a vida
para uma nova graça alcançar
que renasça em ti tudo de bom
que estiver morto
e abra-se para a vida
para uma nova graça alcançar
Gostei da alegria da poesia!! :)
ResponderExcluirE eu gostei de você ter gostado meu amigo! Um abraço.
ExcluirComo o Emanuel falou, passa uma alegria. Fez bem pra mim ter lido ;)
ResponderExcluirE pra mim, alegria é quando o que escrevo surte esse efeito. Faz bem pra mim saber que o que faço faz bem a alguém. Um grande beijo Alice. : )
ExcluirUm poema para o blog deste grande poeta, Daltro Paiva.
ResponderExcluirPURO CORPO INTEIRO
O que te escrevo
não vem do fogo.
Não é parcela incandescente
desgarrada de um corpo inflamado.
O que te escrevo
é puro corpo inteiro
ainda que sejam apenas
palavras
em plano primeiro
ou derradeiro.
O que te escrevo
é o tudo que não
me ultrapassa
é o pão e a fome
é o choro
é a graça.
O que te escrevo
é novela
é chuva
torrencial.
O que te escrevo
é o descaso
e o ato fatal.
Nathan Sousa
Nathan Sousa, obrigado por prestigiar meu humilde blog com sua sempre instigante poesia. Obrigado, também, por acompanhar o que faço. Como sempre digo, é motivo de grande contentamento.
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