Me cubro com o lençol
que nua tu te cobristes.
Me enxugo com a toalha
que tu te enxugastes.
Recebo teus convites
e com penar não descuido do não.
Ainda desejo teu corpo,
mas tenho medo de tua insanidade.
Tenho medo do teu sofrer,
do meu descuidado. Então,
te possuo para mim em pensamento.
Devoro-te e me entrego a ti em gozo de liberdade.
Dispo-te de roupas e de defesas e comungamos felicidade.
Tudo acaba e permanecemos de almas distantes e intactas.
muito bonito, parabens!
ResponderExcluirObrigado, Juliana Paiva. : )
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